O ofurô é um rito sagrado no Japão, e sua origem se perde nas brumas do tempo, pois já era praticada pelos próprios samurais, há muitos séculos atrás. Esta terapia procura unir os benefícios das águas quentes aos efeitos salutares da própria banheira, mais funda e menos comprida que as fabricadas no Ocidente, possibilitando assim aos que nela mergulham encontrar uma posição fetal, o que desperta nas pessoas a mesma sensação que se tinha quando se estava no útero materno. Isto induz o ser humano a retroceder psiquicamente à sua etapa embrionária, levando-o a resgatar sentimentos de abrigo, amparo, aconchego, serenidade, paz, entre outros.
São os pequenos sinos decorativos que soam com o movimento do vento. São feitos de metal, bambu, cerâmica, ou porcelana e ficam suspensos nos galhos das árvores, beirais das casas ou sacadas dos edifícios.
Os sinos são feitos com uma estrutura na qual pode ser pendurado em fios um grande número de materiais, próximos o suficiente para que se entrechoquem quando a circulação do ar no local provocar movimento. Usados em diversas regiões do Oriente com o objetivo de afastar os “maus espíritos” ou trazer sorte, passaram a ser utilizados na música ocidental por sua sonoridde suave, indefinida e esporádica. Nesse caso são movimentados por meio de ligeiros toques de mão, imitando-se o que seria feito naturalmente pelos movimentos do ar. Os instrumentos são chamados de “sinos” acompanhado pelo nome do material usado, sendo os mais comuns os “sinos de bambu”, “sinos de metal”, sinos de vidro” e “sino de conchas”. São conhecidos como “wind bells”, “iron pipes”
A peça de papel pendurada sob o sino, na qual pode trazer a inscrição de um poema ou dizeres de proteção, ao ser soprada pelo vento provoca o tilintar dos sinos. É originário do Japão e serve para indicar a chegada do verão e chamar o vento. Também se acredita que o seu som atrai sorte e felicidade.
Este túmulo foi construído para o lendário imperador Nintoku, por volta do ano 400. Tem quase 500 metros de comprimento e é rodeado por três valas de água e tem forma de buraco de fechadura.
Acredita-se que o shogi “o jogo dos generais”, mais conhecido como “xadrez japonês”, tenha origem no chaturanga, um jogo praticado na Índia antiga. Esse jogo transpôs fronteiras, difundiu-se em vários países e, em cada qual, desenvolveu-se de modo peculiar como, por exemplo, o xadrez, no Ocidente e o xiangqi, na China. Segundo estudiosos no assunto, a data mais provável da introdução desse jogo no Japão é por volta do século VI.
No Japão o Shogi é jogado por quase 60% das pessoas, superando em muito a modalidade tradicional do Xadrez.
É um jogo mais competitivo pois permite grandes reviravoltas em sua situação pois você pode estar quase sem peças e ter a oportunidade de reconquistá- las.É, isso mesmo, as peças do SHOGI tem a mesma cor para os dois oponentes justamente por isso:Para serem usadas por ambos e o que as define de quem são, não é sua cor mas sim a orientação (direção) do seu desenho.
Ou seja, quando você “come” uma peça de seu oponente, ela não sai do jogo e pode ser utilizada por você.Isso proporciona um jogo emocionante pois você pode jogar com 2 rainhas, 4 torres, 4 bispos e assim sucessivamente.A única peça que não dá para fazer isso, por razões óbvias, é o Rei que, quando conquistado, o jogo termina.
Existem mais algumas “sub-regras” nessa modalidade do Xadrez mas, o mais cativante do SHOGI, é que as partidas podem durar muito mais e serem mais competitivas.
Curiosidades:
• No Japão, um jogador profissional pode ganhar mais de US$ 1 milhão por ano. • A maioria dos jogadores de shogi fora do Japão já tem alguma experiência com o xadrez tradicional • De acordo com jogadores de shogi, o xadrez pode requerer mais capacidade de análise matemática, mas o xadrez japonês, por sua imprevisibilidade, exige muito mais a capacidade intuitiva da pessoa. • Geralmente o cérebro de jogadores profissionais de xadrez tem a parte esquerda (análise matemática) mais desenvolvida, mas um estudo comprovou que o campeão japonês da modalidade, Habu Yoshiharu, usa muito mais a parte esquerda de seu cérebro (capacidade intuitiva e artística) quando está jogando. • No Japão, um jogador só pode se tornar profissional até os 14 anos, quando faz uma prova e compete pela posição. Se falhar, não tem outra chance e só poderá lutar por campeonatos amadores.