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sexta-feira, 1 de maio de 2015

Wabi-sabi








Wabi-sabi   representa uma abrangente visão de mundo japonesa, uma visão estética centrada na aceitação da transitoriedade e imperfeição. Esta concepção estética é muitas vezes descrita como a do belo que é "imperfeito, impermanente e incompleto". Uma idealização artística desenvolvida por volta do século XV no Japão, durante o período Muromachi, com bases nos ideais
do zen budismo.
 É um conceito derivado dos ensinamentos budistas das três marcas da existência nomeadamente anicca (impermanência), as outras duas sendo dukkha (sofrimento) e anatta (não-eu). 
As características estéticas do wabi-sabi incluem assimetria, aspereza (rugosidade ou irregularidade), a simplicidade, a economia, a austeridade, a modéstia, a intimidade e a valorização da integridade ingenua de objetos e processos naturais .

domingo, 17 de junho de 2012

Wabi Sabi





Perceber a beleza que se esconde nas imperfeições do mundo é uma arte. Os tapetes persas sempre ostentam um pequeno erro, um minúsculo defeito, com o objetivo de lembrar a quem olha de que só Deus é perfeito. Assim é a condição humana, e a Arte da Imperfeição começa quando aprendemos a reconhecê-la e aceitá-la.
Wabi Sabi é a expressão que os japoneses inventaram para definir a beleza que mora nas coisas imperfeitas e incompletas.

terça-feira, 27 de março de 2012

Wabi Sabi


























Wabi Sabi é uma expressão japonesa usada para definir a harmonia visual que existe na imperfeição. Olhar e tentar observar tudo com simplicidade, naturalidade, e atenção à realidade que está a nossa volta.

Contam que o conceito surgiu por volta do século 15.

Um jovem chamado Sen no Rikyu (1522-1591) queria aprender os complicados rituais da Cerimônia do Chá.

E foi procurar o grande mestre Takeno Joo.

Para testar o rapaz, o mestre mandou que ele varresse o jardim. Rikyu lançou-se ao trabalho feliz.

Limpou o jardim até que não restasse nem uma folhinha fora do lugar.

Ao terminar, examinou cuidadosamente o que tinha feito: o jardim perfeito, impecável, cada centímetro de areia imaculadamente varrido, cada pedra no lugar, todas as plantas caprichadamente ajeitadas.

E então, antes de apresentar o resultado ao mestre Rikyu chacoalhou o tronco de uma cerejeira e fez caírem algumas flores que se espalharam displicentes pelo chão.

Mestre Joo, impressionado, admitiu o jovem no seu mosteiro.

Rikyu virou um grande Mestre do Chá e desde então é reverenciado como aquele que entendeu a essência do conceito de wabi-sabi: a arte da imperfeição.