sábado, 26 de fevereiro de 2011

Zori

Sumi-ê




Sumi-ê, também chamado “suiboku-ga”, refere-se à pintura japonesa de tinta monocromática, uma técnica que começou na China durante a Dinastia Sung (960-1274) e foi assimilada pelos japoneses no século XIV com a ajuda de monges Zen-Budistas. O Sumi-ê tem suas raízes na caligrafia chinesa; as pinceladas aprendidas na caligrafia são as mesmas utilizadas na pintura.

Os principais temas relacionados ao Sumie são: bambus, ameixeiras, orquídeas, flores, pássaros e paisagens, não esquecendo aqueles ligados a temas religiosos como pinturas de patriarcas ou parábolas.

São termos relacionados à arte: sumi (tinta), suzuri (bastão de tinta), bokusho (arte), kami (papel), e o fude (pincel, escova).

Ikebana





Ikebana (em japonês: "flores vivas") é a arte japonesa de arranjos florais, também conhecida como Kado.
A estrutura de um arranjo floral japonês está baseada em três pontos principais que simbolizam o céu, a terra e a humanidade.

Karankoron






É a onomatopéia para o som do geta ao andar. O som é importante no Japão, e ele invoca sentimentos especiais em diferentes pessoas.

Sem o som, não é possível pensar em um geta. Para muitos japoneses, o som do calçado é algo que faz parte da sua vida cotidiana.

Geta



O geta é um estilo de sandália japonesa tradicional, com sola de madeira lisa, hanao (tira) entre os dedos em “V”, e o solado fica sobre uma ou duas plataformas de madeira. Essas plataformas são chamadas de ha (dente), e a sola da sandália normalmente é retangular, com as tiras centralizadas. Assim, as sandálias são idênticas, não importando o lado dos pés. As tiras de alguns modelos cobrem os dedos, para protegê-los. Utilizado no dia-a-dia, tem cerca de 5 cm de altura e é chamado, às vezes, de ashida, ou de sandálias para a chuva, mais comumente usadas pelos homens. Os mais altos são utilizados, por exemplo, por sushimen, para manterem seus pés longe do contato com possíveis restos de peixes que caiam no chão ao preparar o sushi.